Olá,
Sei que não é bom colocar textos longos aqui no blog, por que as pessoas não leem. Mas é que esse texto é muito bom e gostaria de compartilhar com todos.

Também não acho bacana postar textos que não são de minha autoria, mas como disse, esse texto vale a pena pararmos um momento para admirá-lo.

Boa Leitura.


Tínhamos uma aula de Fisiologia na escola de medicina logo após a semana da Pátria. Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.
Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu?
Que nada. Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei.
"Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez", disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou. "Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma.
Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas.
Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que esta percentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.
É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo sabendo ter investido nos melhores.
Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto.
Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de ". Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso.
Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre; afinal quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto ?
Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida. De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos.
Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais em tudo que fazemos, se não tentarmos fazer tudo o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto."
.
Autor desconhecido

O comércio de livros no Brasil nunca esteve tão bem como nesses últimos 3 anos.
A taxa de analfabetismo caiu.
Estamos vivendo o advento da internet.
O número de crianças matriculadas nas escolas aumentou.

Com essas premissas, imaginamos que o brasileiro está lendo, se informando, se aculturando, como dizia José Marques de Melo. No entanto, não é bem assim.
A taxa de leitura, contada por indivíduo alfabetizada, nos mostra que, cada vez mais, as pessoas estão deixando de procurar os livros.
Parece contraditório dizer que as pessoas não estão procurando os livros, sendo que os números mostram um aumento na venda de obras. O que acontece é que, os livros realmente estão sendo mais adquiridos, por um nicho. Apenas uma parcela da população encontrou o meio da literatura para se entreter, aprender, enfim, busca o livro nas prateleiras das livrarias.
Outra grande parcela da população foge, literalmente da leitura. Por motivos infinitos e muitas vezes infundados.
A verdade é que, muitos não foram incentivados a ler, não tiveram a leitura cultivada desde a alfabetização, ou mesmo, deixaram de ler por falta de tempo, preguiça, e como já disse, motivos para fundamentar o fato não acabam.
O problema se torna mais grave quando nos vemos na era da informação, e essa vem muito rápida, se modifica a cada momento e muitas vezes chega vazia, nula, esperando do informado a busca por seu detalhamento, ou mesmo, espera que o informado tenha um conhecimento prévio do assunto.
A solução só é visível, pelo menos a curto prazo, pela educação.
Mais uma vez a escola tem de resolver o problema da sociedade. Mas ela consegue.
O professor tem de estimular seu aluno, de uma forma que este goste de ler, sinta prazer pela leitura. A leitura não deve ser forçada, não tem de ter caráter obrigatório (mesmo sendo), tem de ser agradável.
Para o professor e ator Givaldo Moisés Oliveira, professor de Português, pela Unioeste e especialista em Fundamentos Estéticos para Arte, pela FAP.
O incentivo à leitura, ao hábito e à busca pelos livros deveria vir de casa, mas muitas vezes, as famílias por seus tantos problemas, não direcionam as crianças aos livros. Essa criança cresce sem o gosto pela leitura, e a escola pode intervir novamente, “Trabalhar leitura hoje com o adolescente é uma dificuldade, uma vez que o ato de ler demanda tempo e concentração, e o adolescente hoje é bastante imediatista. Mas é necessário conscientizá-los da importância da leitura enquanto ser que atua socialmente, lembrando que o conhecimento abre portas para muitas possibilidades, e que é necessário para se ter um referencial teórico. Pois em qualquer fase da vida será necessária a atividade da leitura. Quando se trabalha a visão da importância da leitura enquanto relação humana, desperta no adolescente o interesse e a possibilidade do mesmo ir em busca da informação. Também temos que ter em mente que devemos partir da realidade do educando e do seu contexto por exemplo, se eles gostam de musica, partir dessa vertente e trabalhar a musica enquanto produção poética, incentivando a busca da biografia dos cantores, compositores e assim por diante, e automaticamente estaremos incentivando a leitura”, explica Givaldo.
Para ele, a tecnologia é uma realidade e não pode ser desconsiderada, e nem pode ser deixado de lado para ficar questionando se é ou não boa para educação. “O importante é perceber que ela faz parte dessa geração considerada “Geração Digital”, e que eles possuem acesso a uma enorme gama de informação. O que é necessário é ajudá-los na sistematização dessas informações e incentivá-los no que tange a leitura enquanto prazer, formação, criação e pesquisa. Outra possibilidade entre tantas, solicitar a procura de textos de autores na internet e comentários sobre os mesmos, isso também em relação a musica, poesia, curiosidades. Dessa forma estaremos formando leitores, que não deixaram de se conectarem e ao mesmo tempo estaremos incentivando a leitura e a pesquisa”.
Olá...
Como estão?
Então, odeio descumprir com promessas, e sinto-me muito mal por ter prometido estar aqui todos os dias. E vejo que isso é impossível. Não consigo. Não é por mal. Simplesmente, não consigo...
E sei também que não basta apenas colocar matérias interessantes (quando consigo escrevê-las), preciso divulgar o blog. A blogosfera está cheia de bons blogs que precisam de espaço, de divulgação... e para isso, é necessário tempo... e eu não tenho...

Hoje quero compartilha com vocês, uma charge do Charges.com, sempre que posso, dou uma olhadinha lá, e hoje encontrei um vídeo muito interessante e divertido sobre a candidatura da Tati Quebra-barraco e do Ronaldo Esper.


Fiquei sabendo pelo twitter, pela @falagimenez, e não acreditei... achei que pudesse ser brincadeira, mas não! É verdade.
E o vídeo do Maurício Ricardo mostra bem o porquê da candidatura dos dois... Principalmente do Ronaldo Esper...
Vejam:
O link do Charges.com
Escrever textos opinativos não é mais fácil que fazer uma entrevista e construir um lead. Assim como, não é mais difícil.
Quando escrevo algo em que dou minha opinião, não quero que concordem comigo. Quero que reflitam sobre o tema que coloquei em discussão, analisem o que eu disse e por fim, formulem suas ideias.
Quem opina querendo convencer e ser aceito, não está cumprindo o seu papel de formador de opinião, e sim, tentando impor um pensamento, que pode estar certo, ou errado. Partindo do pressuposto de que, a verdade pode ser relativa.
A não concordância pode ser melhor do que a aceitação, por que faz com que o autor repense nos pontos levantados pelo opositor, gerando argumentações.
Quem opina tem de ter embasamento teórico, observação e capacidade de expor suas ideias de forma organizada que permita aos seus leitores decompor o texto, como fundamento e formular suas ideias.
A objetividade e a clareza são imprescindíveis na hora de opinar. Escrever “difícil” não mostra o poder de argumentação e muito mesmo ajuda o leitor a entender o texto. É preciso deixar claro seu discurso e em quê ele está fundamentado. Só assim será possível um diálogo entre o leitor e o autor.
Por que sempre me perguntam ‘sobre o que’ é o meu livro?
Ora, não se define uma obra de arte.
Uma literatura pode ser definida por temas?
Um livro espírita, um livro de terror? É tão estranho classificar obras literárias por assunto.
O “tema” de um livro pode ser subjetivo.
Como que se denomina o livro de Dan Brown? Romance policial? É ridículo. Talvez um livro histórico? Pior ainda.
Como podemos chamar o livro de Paul Young “A Cabana”? Já ouvi gente chamando-o de espírita, de auto-ajuda. Isso desqualifica o trabalho de escrita, de produção, de estudo. Não pelo nome que foi dado, mas pelo próprio cuidado do autor (ou dos autores, em geral) na hora de escrever o enredo, pois se analisa o tempo, a forma de narração, estilo. Enfim, uma série de formas e métodos que não podem ser definidos.
O livro “Leite Derramado”, do Chico Buarque. Eu não consigo achar um tema para ele. É tão grandioso, na história, na forma de se narrar. Não é possível achar um nome para defini-lo.
E o que dizer dos livros de Stephenie Meyer? São apenas livros sobre vampiros?
A graciosidade, a vivacidade do livro pode ser equalizada com o nome que é dado para o estilo da composição? Não. A saga “Crepúsculo” é bem mais do que apenas livros sobre vampiros. Além de ser um marco na literatura, um campeão de vendas, é ainda, a magia que sempre dizemos haver na leitura, transformada em emoção. Sentida.
E então, como ficam os livros que não “se acham” temas?
Não podem ser chamados de livros quaisquer...
Então chamamos, de obras-primas. Preciosidades.
A partir de agora, quando indagado sobre ‘do que’ é meu livro, vou chamá-lo assim, de obra-prima, incapaz de receber nomenclatura pelo assunto abordado, mas nobre pela qualidade de sua literatura.
DANCE, libere a exaustão. Liberte-se.

Vá as COMPRAS.
Ou só se divirta vendo os outros comprando, e ria de suas aquisições.

Tome um belo BANHO.
Como se diz, “um bom banho, lava a alma”.

ALIMENTE-SE bem!
Para aguentar um dia inteiro é necessário se alimentar bem.

THABALHE.
E o faça com vontade. Com entusiasmo. Mesmo que seja monótono, tente modificar seu ambiente de trabalho.

PAQUERE,
Olhe para todos os lados e em todas as direções. E não desvie o olhar, quando estiver sendo olhado (a).
BEIJE... Aproveite as oportunidades de beijo, pois ele une as pessoas troca emoções, estimula a adrenalina...

E depois de um dia agitado como esse...
DESCANCE Pois amanha tem mais!
A partir de hoje, até meados de dezembro, você já pode assistir sua televisão em paz.
Assistir aos noticiários com credibilidade e confiança.
O carnaval acabou!
E para alívio geral da nação de orelhas e cérebros, o samba vai dar um tempo.
...
Ainda não consigo me acostumar com o grau de importância que se dá (nesse país) ao carnaval.
Tudo pára. O comércio e principalmente as mídias (meios de comunicação) param para esse momento, que em alguns lugares, são esperados o ano todo...
(acredite, tem pessoas que vivem para o carnaval. Então quando ele chega. Pulam feito loucas. Pipocas. E depois quando termina, começam os preparativos para o próximo momento de exacerbação e excitação do corpo).
Como muitos, tristemente dizem, o Brasil só começa a trabalhar depois do carnaval...
Se bem que, depois do carnaval vem a Páscoa, não é?
Pois bem, talvez seja esse o problema de não acompanharmos o desenvolvimento de outros países... Por que começamos tarde... Quase dois meses esperando uma data, que não tem muito significado.
Pensando pelo lado econômico, o carnaval rende para o país uma boa quantia de dinheiro. Pelo gasto que a população tem para essa “festa”, e pelo turismo, talvez a maior renda seja dos turistas internacionais.
Mas não sejamos capitalistas.
Nem tudo gira em torno do dinheiro. O carnaval gira em torno do dinheiro. Logo: não devemos viver em torno do carnaval.
Nem só de plumas e paetês o carnaval é feito. Mas de muita imprudência, falta de consciência e precipitação...



Um belo dia você acorda. Vai até ao banco, sem muita alegria, retirar seu salário, que quase sempre, não rende muito. Aproveita que está no banco e paga suas contas...
É assim a vida “financeiro-bancária” de muitos brasileiros...
Agora imagine você, nessa tarefa mensal, “insira seu cartão. Retire seu cartão. Extrato movimento”. E ...

... Uma surpresa quando o extrato paira em suas mãos.
Seu extrato te apresenta números absurdos. Números que são quase impronunciáveis.
Um milhão de reais. Para quem vê menos de mil reais por mês, não deve ser uma quantia fácil de ser “ler”.
Foi isso que aconteceu com Zildenice dos Santos de 34 anos . Moradora de um assentamento de sem-terras próximo a São Paulo. A Colhedora de laranjas amanheceu milionária.
Mas não foi nenhuma alma bondosa que deixou a conta de Zildenice abarrotada de zerinhos. Pelo contrário, ela fez parte, sem querer, de um suposto esquema de desvio de dinheiro. E se você acha que ela pôde ficar com o dinheirinho, está muito enganado.
Ela ainda poderá ser prejudicada por ter toda essa quantia estar em sua conta sem ter declarado...
A assentada já entrou com um processo na justiça, e o Ministério Público Federal está investigando a fraude, e os possíveis envolvidos.

Desde sua eleição Obama se mostrou diferente dos demais candidatos. Sempre com frases de efeito e uma postura menos formal ele se encontra numa linha estreita entre a seriedade e a descontração.
Já dançou com a primeira dama, já falou sobre artistas americanos, “puxou o saco” do nosso presidente, e a ultima do presidente foi uma cantoria na Casa Branca.
Em um show na própria Casa Branca. Uma espécie de comemoração aos direitos civis. Obama cantou a música “lift every voice and sing”, conhecida como um “hino” aos negros.
Será que tantos holofotes não estragam a deturpam a imagem de uma autoridade?
Ser presidente dos Estados Unidos da América não é uma tarefa fácil, é como mandar um pouquinho em todo mundo do mundo! E talvez a luz sobre ele possa atrapalhar, ou até trazer uma cegueira a longo prazo...

Assista ao vídeo da apresentação do Obama:


Olá aos colegas que acompanham o blog Leitura Opinativa.
Estive meio ausente, mesmo prometendo que não iria falar neste ano.
Estava passando por transições no trabalho, mas agora já estou de volta. E muito feliz.
A mudança nunca é fácil, mas às vezes é necessária.
Parafraseando Chaplin, “bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e viver com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve e a vida é muito bela para ser insignificante”.
Uma boa leitura a todos!



Já há algum tempo tinha vontade de assistir esse filme. Não é um filme novo, com popularidade e marketing, no entanto o titulo me chamava atenção.
Nunca havia lido nada sobre o filme, apenas tinha curiosidade, instigado pelo nome.
Essa semana, então, resolvi locá-lo e para minha surpresa, o filme é sensacional.
Uma história envolvente. Um drama que só se resolve no fim do filme e que emociona muito.
Desde as primeiras cenas, aliás, a emoção já se torna presente, que vai até a ultima cena.
O filme fala sobre amizade de alguns garotos, que foi abalada por um incidente. Os amigos se separam, mas o trauma da fatídica tarde continua. E permeia sobre a atmosfera dos personagens.
Sentimos muito quando julgamos, e sem querer, ou querendo, o filme trás uma reflexão sobre nossos conceitos, nossos preconceitos, nossas certezas.
Um ótimo filme para assistir sozinho, de tarde... e derramar lágrimas...
Quando ela apreceu, com seu jeito meio descompromissado, um pouco desajeitada, desarrumada, com um visual que não era o mais arrojado para uma estrela, ela foi subestimada.

No entanto, a ironia e o despreso que recebeu das pessoas que a assistia acabou em instantes. No instante que ela cantou.
Ela encantou e impressionou.
Tornou-se o nome do ano. Um fenômeno na internet.
Gravou seu primeiro disco com recorde de vendas antes mesmo de ser lançado. Pois a lista de espera pelo álbum já era grande demais.
Enfim, Susan Boyle alcançou patamares que muitos artistas não conseguiram. Ela já é uma estrela.
As fotografias de antes e depois do sucesso mostram como conseguiu aproveitar esse momento em que os holofotes estão todos em sua direção.

E como as luzes estão apontados para seu rosto. Há muita gente querendo brilhar com ela.
A começar com o diretor do programa que abriu as portas para Susan. Ele já é o seu produtor, empresário e tudo mais.
O comércio em torno de sua imagem, não demorou muito para acontecer, já há bonecos de Susan circulando na indústria ilegal.

E sobre a ótica das celebridades, surge as especulações e propostas de parcerias, depois de Lady Gaga, agora o rapper Snoop Dog, anunciou que gostaria de trabalhar com a cantora.
As diferenças no estilo não têm importância. O que vale mesmo, é ‘purpurinar’ com a estrela que a mídia elegeu para o momento...

Mas será que essas parcerias estão sendo idealizadas para o bem da música, para mostrar que há descriminação sobre os estilos, ou é só publicidade...

Estreou dia primeiro de janeiro, o filme “Lula, o filho do Brasil”, do diretor, Fábio Barreto. As salas onde foi passado o filme tiveram números bem expressivos, pelo horário que foi passado e por ser o primeiro dia do ano, considerando a ressaca, preguiça e até mesmo as viagens...
O que trás uma reflexão... As pessoas assistem ao filme sem perceber que estão sendo manipuladas. Estão pagando para assistir uma campanha eleitoral.
Não tem como dizer que o filme só tem interesse de mostrar a vida de um líder político, uma pessoa importante para a vida do país. É claro que o nosso presidente conseguiu se tornar um marco na história. É evidente que ele mudou a história do Brasil, e que fez seu trabalho. Mas o lançamento do filme, bem no ano eleitoral... Sendo a maior verba da história do cinema nacional.
Sem falar que, os patrocinadores do filme, são simplesmente os patrocinadores da campanha eleitoral de Lula...
Muita coincidência...
Vamos assistir ao filme, mas com uma mente menos alienada.
Assistir pelo valor histórico, com uma postura bem crítica. Lembrando que muitos heróis brasileiros não tiveram filmes extraordinários.
Fim de ano surge as mais variadas listagens...
De palavras mais buscadas no Google à lugares para passar as férias...
E quando o ano novo se inicia chega a hora de cada pessoa fazer a sua lista...
Listar os desejos para o novo ano. Quais os objetivos, as metas que serão buscadas, talvez uma lista elaborada com as coisas que foram idealizadas para o ano recém falecido e que não tiveram condições de conclusão, e detalhar quais as razões que impediram de conquistar os sonhos...
Enfim, chega a hora de reflexão.
Você já planejou o que vai querer para esse ano novo.
O que busca conquistar?
Sucesso no trabalho é uma boa, não? Alegria na família... Uma paquera nova. Estabilidade no casamento, uma busca incessante pela chama da paixão...
Ou então, os sonhos materiais mesmo, pois eles necessitam de um planejamento.
Então, meus queridos... Façam suas listas dos desejos para um 2010 fabuloso.
Depois de um longo período de Férias... (vadiagem)

O blog Leitura Opinativa... Eu!, me preparo para um ano repleto de conteúdo.

Desejo a todos os leitores um ano novo espetacular, com muita alegria, sucesso e surpresas!


A partir do dia 2 de janeiro, o blog manterá o compromisso de ter sempre postagens atualizadas.

conteúdo!

com opinião e uma gama de reflexão.


o primeiro post do ano novo já está em produção...

aguardem...


FELIZ 2010!


LEITURA OPINATIVA - THEO BORGES
Marcadores: 0 comentários | edit post
A letra de Renato é incrível. Escrita em 1978, consegue expressar nossa sociedade tão bem.
Parece que ficou parada no tempo.
Ou nós regredimos?
.
Quando pensei em escrever esse texto, minha intenção era dizer que, se Renato Russo fosse escrever essa musica hoje, mudaria algumas coisas, como, em vez de “que pais é esse?”, diria, “que pessoas são essas?”, mas como Renato escreve certo por linhas tortas... Consegui viajar um pouco e adentrar nos pensamentos russos.
Essa musica está mais perfeita do que eu pensava.
Posso usufruir dela mais ainda.
.
Que país é esse... Quem forma um país é seu povo.
Um povo que condena, que tem uma atitude animalesca como a que tiveram alguns estudantes da UNIBAN, de São Bernardo. A humilhação que uma estudante de turismo recebeu, por estar com “uma roupa indevida”.
E o pior é que, depois de tantos comentários, tantas manchetes, ainda tem gente com discursos do tipo: “Mas também, olha como ela foi pra faculdade.” Ou ainda, “Ela provocou...”.
Vamos parar para pensar... Eram jovens que estavam ofendendo a garota. Eram rapazes, que gostam de ver moças de saias. Eram mulheres, que lutaram para usar minissaias. Eram pessoas! Sem o direito de julgar, simplesmente por que ninguém é mais do que ninguém.
Quem pode dizer o que é decente. Quem é decente? Quem?
.
Para não me alongar, voltemos à musica do Renato Russo... Será que ela (a música) ficou parada no tempo, ou nós estamos regredindo...
É inadmissível ver esta cena e achar normal, ou apenas assimilar, não concordar, mas não fazer nada. É necessário que façamos (TODOS), uma reflexão sobre nossos valores...
.
Que pessoas são essas... Não tenhamos vergonha de sermos seres humanos.
Uma personificação. Excentricidade em forma humana, talvez.
Ela é uma duvida na cabeça das pessoas.
Muitos pensam que a moça faz de tudo para aparecer, no entanto, ainda bato na tecla de que, ela é uma alegoria, uma personagem que protesta, abusando do bizarro que, muitas vezes não foge da realidade.
Trabalha em cima de muito brilho e usa (e ousa) da sexualidade em praticamente todas as letras, e vídeos, como forma de criticar essa industria que padroniza e lança modelos.
Se pararmos para pensar, ela destrói alguns padrões de beleza, pois enfatiza o exagero e não a sutileza, além de sempre aparecer de maneiras, um tanto inusitadas.
Sabemos que há gente capaz de tudo para aparecer e os próprios artistas, os célebres, fazem de tudo para permanecer em destaque na mídia.
Lady GaGa se diferencia no momento em que usa dessas técnicas de forma abusiva, extrapolando os limites do que já foi visto.
Em sua nova musica de trabalho, a Paparazzi, ela faz uma critica às pessoas que se sobressaem do uso dos paparazzis, que fingem ser vitimas, sendo as provocadoras das polêmicas. Quando visto o título da música, imaginamos que seria uma provocações aos fotógrafos que sempre aparecem nas horas mais impróprias, porém é bem o inverso, sem falar no vídeo, que faz referencia a alguns artistas bem conhecido por causarem polêmicas...
O álbum de Lady GaGa é bem interessante, sua musicalidade e sua performance nos shows são, sem dúvida, especiais. E sua criatividade, inquestionavelmente, admirável.

Assista ao vídeo de Paparazzi.

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Casas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.

Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.

Eta vida besta, meu Deus.

Carlos Drummond de Andrade

Esse poema expressa a falta de criatividade que me invadiu nesse ultimo mês...
Mas acho que ela voltou... Vou aproveitar a estada dela e produzir!

Não deixem de acompanhar o blog...
Lendo e Opinando!

Abraços!
Circulando pelas noticias sobre educação, encontrei essa que achei, no mínimo, sensacional. Uma lei já aprovada em primeira instancia na Câmara de São Paulo, elaborado pelo vereador Gabriel Chalita (PSDB).
O projeto prevê que os alunos que ofenderem ou intimidarem os colegas, com ou sem agressão física, praticando o chamado bulling, tenham seus nomes divulgados em um relatório que será diariamente enviado para a Secretaria de Educação.
No entanto esse relatório não tem caráter punitivo, sendo assim, seu uso e sua finalidade perde um pouco o foco, mas já é uma maneira de inibir a falta de educação e respeito com os outros. Uma complementação para a lei, seria abranger o bulling contra professores, prática que vem aumentando a cada dia, mas parece que ainda não foi pensados nos profissionais da educação.
Estava lendo a revista Nova Escola e encontrei uma matéria que me chamou atenção, na verdade era uma nota simples, referente a um decreto lei assinado no Distrito Federal.
O decreto prevê a extinção do uso do gerúndio nos documentos oficiais do estado. De acordo com José Roberto Arruda, governador do Estado que assinou o documento, “de agora em diante, demitindo o gerúndio de todos os órgãos do governo e seu uso para desculpa de ineficiência”.
Pensem, caros leitores, como seria bom se essa moda pegasse?!
Esse decreto diz respeito apenas a documentação e pedidos de informação de órgãos estaduais, mas bem que poderia atingir a todos os políticos e assuntos que se referem a política...
Viajando um pouco mais, imaginem se nas transmissões televisivas e radiofônicas aquele “piiii” usado quando é pronunciada alguma palavra de baixo calão, passasse a substituir os gerúndios...
Estaríamos sendo poupados de muitos ando, endo, indo...
Essa lei foi aprovada em 2007, mas só fiquei sabendo dela agora, e fiquei curioso para saber se estão cumprindo com a lei...
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